O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió e Região Metropolitana de Alagoas (Sindspref), Sidney Lopes, convida todos os filiados e filiadas para uma assembleia geral que discutirá o reajuste salarial dos servidores públicos municipais para o ano de 2026. O evento será realizado na quarta-feira, 4 de março, às 9h, no auditório do Sindicato dos Urbanitários, no Farol.
Após um 2025 marcado pelo reajuste de 15% e pela implantação de progressões por mérito e titulação, o sindicato busca agora garantir que a data-base não apenas reponha a inflação, mas traga ganhos reais que aumentem o poder de compra e a qualidade de vida da categoria.

“Nossa diretoria segue empenhada em garantir avanços contínuos na valorização da categoria. O diálogo estratégico que tivemos no ano passado, validado pelo Ministério Público, mostra que nossas conquistas são sólidas. Agora, precisamos da categoria unida para avançar ainda mais em 2026”, afirma Sidney Lopes.
Na campanha salarial 2026, o Sindspref se une aos sindicatos Sindacs-AL, Sindas-AL, Sintcomarhp, Sindguarda-AL e Sindsaúde Maceió para garantir que os direitos dos servidores públicos municipais sejam respeitados e sua carreira valorizada.
Serviço:
- O quê: Assembleia Geral – Campanha Salarial 2026
- Quando: Quarta-feira, 4 de março, às 9h
- Onde: Auditório do Sindicato dos Urbanitários | Av. Moreira e Silva, 54 – Farol





Os servidores públicos do município de Maceió rejeitaram por unanimidade proposta de 1,85% sem o pagamento de retroativos feita pela Prefeitura de Maceió para a reposição salarial. A categoria se reuniu na manhã desta terça-feira (5) no Clube Fênix Alagoana.
“Em diversas ocasiões informamos o percentual que queremos para a reposição salarial dos servidores e mostramos o motivo, estão aí tantas notícias que saíram na imprensa desde o começo do ano para provar. Então, não adianta fazer uma reunião para propor 0% ou quase 2%, quando sabe que nossa proposta é 15%. Os gestores a frente do executivo municipal tentam criar um discurso onde não temos definido uma proposta ou então que não estamos dispostos a negociar, quando na verdade são eles que trabalham dessa forma”, esclarece Sidney Lopes.
