Sindicatos municipais cobram data-base durante reunião com Prefeitura de Maceió

Reajuste salarial dos servidores públicos municipais de Maceió está atrasado desde janeiro

 

Os servidores públicos municipais de Maceió pedem um reajuste de 16,10%

Maio já está no final e os servidores públicos municipais de Maceió ainda aguardam seu reajuste salarial de 2019, que deveria ter ocorrido em janeiro, mês da data-base. Os 4,17% referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e incluso na Lei Orçamentária Anual (LOA), não tem data para entrar nos salários. Diante deste cenário, no fim da tarde de terça-feira (21), os representantes dos sindicatos da categoria estiveram reunidos com o secretário municipal de Gestão, Reinaldo Braga, e o secretário adjunto, Israel Lucas, na sede da Secretaria Municipal de Gestão, na Praça dos Palmares, Centro.

Durante a reunião os sindicatos entregaram aos secretários do prefeito Rui Palmeira (PSDB) um estudo com seis laudas, revelando dados incompatíveis com os que foram apresentados para embasar os Projetos de Lei, que prejudicavam os trabalhadores com a alteração do Plano de Cargos e Carreiras e do Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Maceió.

Para o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (Sindspref), Sidney Lopes, os Projetos de Lei são assuntos superados até pelo Chefe do Executivo, portanto não devem ser mais enviados para a Câmara Municipal de Maceió. “Já mostramos para todos os envolvidos, que os Projetos de Lei estavam muito equivocados. A Prefeitura de Maceió tem sim condições de pagar todos os seus compromissos, contanto que não fique beneficiando empresários e cargos comissionados”, explica Sidney Lopes.

Os servidores públicos municipais de Maceió pedem um reajuste de 16,10%, valor referente ao IPCA de 2018, que foi de 4,17%; e às perdas salariais acumuladas dos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018. Reinaldo Braga não ofereceu uma contraproposta, mas se comprometeu em dar um retorno o mais breve possível.

Reunião discute reposição salarial de servidores públicos de Maceió

Sindicato afirma que salários estão defasados; Prefeitura alega queda do FPM

 Por Regina Carvalho | Portal Gazetaweb.com

Uma comissão de servidores públicos – representados por sindicatos – se reúne nesta terça-feira (21) para discutir a data-base da rede municipal, na Secretaria Municipal de Gestão, no centro de Maceió. Na pauta, consta a reposição salarial que está defasada em 16,10%, de acordo com a entidade que representa os funcionários.

“O objetivo da reunião é a data-base que será discutida com o secretário Reinaldo Braga (de Gestão) e Fellipe Mamede (de Economia). Devemos ter alguma informação sobre avanço na pauta após a reunião. É a primeira reunião para discutir o assunto em 2019”, explica Sidney Lopes, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Maceió e Região Metropolitana (Sindspref).

“Mandamos um ofício desde dezembro de 2018, porque a nossa data-base é em janeiro de 2019. Hoje, a gente tem um saldo de 16,10% em relação à reposição salarial. Não é aumento. Alegam que deram uma reposição de 29,5%, mas até hoje a reposição teria de ser de 37%. Está defasada desde 2015. Temos progressões de carreira que também estão atrasadas”, finalizou Sidney Lopes, presidente do Sindspref.

De acordo com publicação no portal da Prefeitura de Maceió, com uma queda em 2018 de R$ 68 milhões nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e já tendo atingido o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o Município registra um crescimento anual de 3,5% na folha salarial e é, segundo o Tesouro Nacional, a terceira capital brasileira que mais gasta com pagamento de pessoal.

Servidores de Maceió se reúnem para discutir proposta de aumento salarial

Categoria pede reajuste de 16%; nova reunião será realizada na terça-feira com secretariado municipal 

 Por Larissa Bastos e Patrícia Mendonça, Gazetaweb
 

Servidores públicos de Maceió se reuniram na manhã desta sexta-feira (17) para discutir a data base das categorias do funcionalismo municipal, que pede 16% de reajuste. O encontro aconteceu na Praça Dois Leões, no bairro do Jaraguá, após a reunião realizada na quinta com o prefeito Rui Palmeira. A votação sobre uma possível greve ficou para a próxima semana.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde (Sindacs), Fernando Cândido, o aumento pedido é equivalente à soma das perdas salariais dos últimos anos. Em 2018, eles conseguiram um aumento de 3% após a realização de uma greve, enquanto em 2017 o percentual foi de 0%.

 

“Tudo isso gera um passivo acumulado que a gente precisa discutir. Não é concebível que cerca de 15 mil trabalhadores amarguem defasagens salariais, principalmente porque a realidade financeira do município hoje é saudável. Fizemos um estudo [com base no portal da transparência] através de um pesquisador, mestre nessa área, que nos mostrou números incontestáveis de que o município vai muito bem”.

Um dos líderes do Movimento Unificado dos Servidores, ele acrescentou que a assembleia realizada nesta sexta teve como objetivo passar para as categorias o que foi discutido com o prefeito. Uma nova reunião, dessa vez com o secretariado municipal, acontece na terça-feira.

“A gente precisa consultar os servidores, saber se eles estão dispostos a negociar direitos que foram duramente conquistados ou se eles nos autorizam a não negociar qualquer direito em hipótese alguma. O que ficar de liberado é o que os sindicatos terão que, por obrigação, fazê-lo. Essa definição será o norte do que vamos discutir na reunião com o secretário de Administração”.

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Algoas (Sinteal), Maria Consuelo afirmou que a Prefeitura propôs um novo projeto de lei para o funcionalismo público. Segundo ela, a proposta, que não incluiria a salubridade, foi recusada pelos líderes sindicais.

“Ontem o prefeito veio propor um novo projeto de lei para os servidores municipais, mesmo depois da nossa recente e conturbada luta contra o último PL proposto na Câmara. Desta vez ele disse que na nova proposta não irá incluir a salubridade e nós enfatizamos muito que, para a gente, o PL é um assunto superado, o que a gente quer discutir é a campanha salarial e a reposição das perdas”, aponta.

A próxima assembleia com as categorias ainda não tem data marcada, mas os sindicatos afirmam que a possibilidade de greve é grande caso não haja avanço nas negociações com a gestão municipal.

“Há possibilidade de a gente entrar em greve se não tiver negociação, até porque a gente já provou ao prefeito, com os dados da Prefeitura, que Maceió hoje tem condições de dar 6% de reposição salarial ao servidor público. Esses dados foram analisados conforme os que estão expostos no portal da transparência”, acrescenta o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maceió e Região Metropolitana (Sindispref), Sidney Lopes.

Os servidores reclamam que vêm acumulando perdas salariais desde 2015; e, em cinco meses, o executivo municipal não definiu o aumento salarial da categoria, que deveria ser dado em janeiro e que foi garantido pelos vereadores em 2018, ao ser incluso na Lei Orçamentária Anual (LOA). A legislação traz o percentual de 4,17%, referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Servidores de Maceió realizam assembleia para cobrar reposição salarial da Prefeitura

Eles pedem 16,10%, relativos à inflação entre 2015 e 2019. Na próxima semana, eles devem se reunir com o prefeito e secretários para ouvir uma contraproposta.

Por Derek Gustavo, G1 AL

Servidores Municipais de Maceió realizaram uma assembleia nesta sexta-feira (17) para discutir o pedido de reposição salarial de 16,10%, relativo ao período entre 2015 e 2019. Na próxima semana, eles devem se reunir com a Prefeitura para ouvir uma contraproposta e, então, definir os próximos passos da mobilização da categoria.

Os servidores se reuniram pela manhã na Praça Dois Leões, em Jaraguá. Além da reposição salarial, eles também cobram ao Prefeito que o Projeto de Lei de redução de gastos não retire direitos conquistados por eles.

Os representantes da categoria terão uma reunião na próxima terça (21) com os secretários municipais Reinaldo Braga, de Gestão Pública, e Felipe Mamede, de Economia.

O sindicato afirma que conseguiu junto aos vereadores a inclusão de 4,17% de reajusta salarial para este ano, referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O percentual de 16,10% pedido é referente ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2018, que foi de 4,17% e às perdas salariais acumuladas entre 2015 e 2018.

Por meio de nota ao G1, a Prefeitura de Maceió confirmou a reunião com a categoria e disse ainda que o decreto que trata sobre as medidas de contingenciamento das despesas reduz 10% dos cargos em comissão. Além disso, ela disse ainda que as nomeações atuais contidas no Diário Oficial do Município são substituições de servidores exonerados e não se referem a novos cargos. Sobre a reposição salarial, a Secretaria Municipal de Gestão informou que o Município não tem condições de discutir a pauta, mas que busca manter o equilíbrio financeiro.

Servidores públicos de Maceió podem deflagrar greve geral nesta sexta-feira

Assembleia geral está marcada para acontecer na Praça Dois Leões, em Jaraguá

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Município de Maceió realiza, nesta sexta-feira (17), às 9h, uma Assembleia Geral Extraordinária para votar a deflagração de greve geral da categoria. O encontro vai acontecer na Praça Dois Leões, em Jaraguá.

Os servidores reclamam que vêm acumulando perdas salariais desde 2015; e, em cinco meses, o executivo municipal não definiu o aumento salarial da categoria, que deve ser dado em janeiro, e o qual foi garantido pelos vereadores em 2018, ao ser incluso na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Eles dizem ainda que várias reuniões com o prefeito Rui Palmeira (PSDB) já foram marcadas e, posteriormente, desmarcadas e que as estratégias de negociações não obtiveram sucesso.

“Além de levar com a barriga o aumento salarial dos trabalhadores, o prefeito também moveu estratégias de desvalorização do funcionalismo público municipal com o envio de projetos de lei, que atacavam os rendimentos e direitos da categoria. Felizmente, a união dos trabalhadores parou o trâmite na Câmara Municipal de Maceió, mas ainda aguardamos os próximos atos do executivo municipal, que tudo faz para atacar e ofender os servidores”, explica o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (Sindspref), Sidney Lopes.

LOA

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Município de Maceió conquistou junto aos vereadores a inclusão dos 4,17% de reajuste salarial para 2019 referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), na Lei Orçamentária Anual (LOA).

REAJUSTE

A categoria pede 16,10% para o reajuste salarial em 2019. O percentual é referente ao Índice Nacional de Preços do Consumidor (IPCA) de 2018, que foi de 4,17%; e às perdas salariais acumuladas, referente aos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018.

Com indicativo de greve, servidores públicos municipais de Maceió se reúnem em Assembleia Geral Extraordinária na sexta-feira (17)

Sindspref publicou edital de convocação da categoria para debater data-base e votar deflagração de greve geral no dia 8 de maio

Paciência é uma virtude, que todos os servidores públicos municipais de Maceió estão colocando em prática na gestão do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB). A categoria acumula perdas salariais desde 2015; e, em cinco meses, o executivo municipal não reajustou o aumento salarial da categoria, que deve ser feito em janeiro, e o qual foi garantido pelos vereadores em 2018, ao ser incluso na Lei Orçamentária Anual (LOA). É diante dessa situação, que o Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Município de Maceió marcou Assembleia Geral Extraordinária na sexta-feira (17) às 9h na Praça Dois Leões, em Jaraguá. A atividade votará deflagração de greve geral da categoria.

Rui Palmeira e sua equipe, marca e desmarca reuniões como um ato de fuga de seus compromissos com a categoria, que esgotou suas estratégias de negociação ao tentar ser ouvida, sem sucesso. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (Sindspref), Sidney Lopes, informa que os ataques aos trabalhadores são séries e deve ser combatido com muito empenho de todos.

“Além de levar com a barriga o aumento salarial dos trabalhadores, o prefeito também moveu estratégias de desvalorização do funcionalismo público municipal com o envio de projetos de lei, que atacavam os rendimentos e direitos da categoria. Felizmente, a união dos trabalhadores parou o trâmite na Câmara Municipal de Maceió, mas ainda aguardamos os próximos atos do executivo municipal, que tudo faz para atacar e ofender os servidores”, explica Sidney Lopes.

  

LOA

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Município de Maceió conquistou junto aos vereadores a inclusão dos 4,17% de reajuste salarial para 2019 referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), na Lei Orçamentária Anual (LOA).

REAJUSTE

A categoria pede 16,10% para o reajuste salarial em 2019. O percentual é referente ao Índice Nacional de Preços do Consumidor (IPCA) de 2018, que foi de 4,17%; e às perdas salariais acumuladas, referente aos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018.

Praça Dois Leões, Jaraguá
Foto: Pei Fon/ Secom Maceió

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

Data: sexta-feira (17)

Hora: 9h primeira chamada | 9h30 segunda chamada

Local: Praça Dois Leões, Jaraguá

Em defesa dos investimentos na educação pública

Sindspref participa de mobilização no dia da Greve Nacional da Educação

 

Para defender o direito a um ensino de ótima qualidade, com investimentos crescentes e apoio às instituições públicas, em Maceió, mais de 15 mil estudantes, servidores públicos e representantes sindicais participaram da mobilização da quarta-feira (15), dia convocado para a Greve Nacional da Educação. Entre os participantes, o Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (Sindspref) esteve presente e acompanhou todo o percurso: saindo do Centro Educacional de Pesquisas Aplicadas (Cepa) em direção ao Centro.

 

A manifestação fez parte de uma onda de protestos pacíficos em mais de 222 cidades do Brasil, de acordo com o site de notícias G1. Tudo isso, aconteceu por conta do desanimo geral sobre as medidas tomadas pelo Ministério da Educação, no governo do presidente, Jair Bolsonaro. Que inerte na realização de um trabalho coerente, faz uma afronta aos profissionais e às instituições públicas com o bloqueio de recursos, que afetam o funcionamento para todas as etapas de ensino, da educação infantil à pós-graduação.

Para o presidente do Sindspref, Sidney Lopes, as mobilizações em todo o Brasil serviram como forma de demonstração de que o Brasil é um Estado Democrático, que todos devem ser ouvidos e a maioria sempre irá vencer. “A educação é o maior legado que podemos deixar para as próximas gerações. Como podemos fazer isso se o presidente tenta a todo custo retirar investimentos, denegrir a imagem do professor e atacar de forma continua quem se opõe ao seu discurso? O dia 15 de maio é a demonstração de força do povo brasileiro contra um sistema opressor!”, conclui Sidney.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O SINDICATO SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS MACEIÓ REGIÃO METROPOLITANA ESTADUAL DE ALAGOAS de acordo com o que estabelece o artigo 65, 66, 67 e 78, do Estatuto do Sindicato, Lei de Greve 7.783/89, conforme decisão do plenário do STF, vem convocar todos os servidores municipais de Maceió para participarem na Assembleia Geral Extraordinária, a realizar-se no dia 17 de maio de 2019 às 9:00 em primeira convocação, e 9:30  em segunda convocação, na Rua Sá e Albuquerque, Praça Dois Leões, Jaraguá para discutir a seguinte pauta:

– Data-base;

– Indicativo de greve.

Maceió
8 de maio de 2019,
A DIREÇÃO

NOTA DE REPÚDIO AO PREFEITO DE MACEIÓ

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Município de Maceió vem a público repudiar a atitude de desrespeito do prefeito de Maceió, Rui Palmeira, que faltou nesta segunda-feira (6) ao seu compromisso com o os representantes dos sindicatos municipais de Maceió.

Desde o dia 29 de abril, o prefeito Rui Palmeira agendou uma reunião às 17h em seu gabinete, no Jaraguá, com às entidades que representam os funcionários públicos municipais de Maceió para debater o Plano de Contenção de Despesas da Prefeitura Municipal de Maceió.

De forma desarmoniosa, sem nem ao menos enviar um comunicado avisando sua ausência, o chefe do executivo municipal deixou todos os trabalhadores e trabalhadoras indignados. Tal atitude está sendo considerada um ato de desprezo a todos os 20 mil servidores públicos municipais de Maceió, que aguardam ansiosos o desfecho desta batalha.

Cordialmente,

Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Município de Maceió

7 de maio de 2019

Em Maceió, servidores públicos municipais e prefeito se reúnem para debater Plano de Contenção de Despesas

Categoria marcou para quinta-feira (9) Assembleia Unificada para votar propostas da Prefeitura de Maceió

Servidores públicos municipais de Maceió conquistam retirada de Projetos de Lei da Câmara Municipal de Maceió no dia 12/04/2019

“Conciliação por meio de um debate justo, em que ambas as partes possam ser ouvidas e analisadas”. Este sempre foi um pedido recorrente dos servidores públicos do município de Maceió ao prefeito Rui Palmeira (PSDB) e que foi conquistado nesta segunda-feira (6), dia da primeira reunião após sair da Câmara Municipal de Maceió, os projetos de lei, que alteravam o Plano de Cargos e Carreiras e o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Maceió. Hoje, às 17h no gabinete do prefeito, Rui Palmeira e o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Municipais de Maceió discutem formas de economizar sem prejudicar, quem mais trabalha pela população.

Os projetos de lei, que fazem parte do Plano de Contenção de Despesas da Prefeitura Municipal de Maceió, prejudicam 14 mil famílias, por meio de redução de renda. Os projetos também trazem sérias consequências a todos os servidores públicos municipais, com a desvalorização de seu ofício e diversas perdas de direitos.

Para o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (Sindspref), Sidney Lopes, a reunião de hoje é muito importante para determinar o futuro do serviço público municipal de Maceió. “Tudo o que queremos é proteger os direitos da categoria e o seu futuro. Os projetos de lei devem ser encaminhados ao Legislativo Municipal, após nosso aval, pois é assim que deve ser feito em uma democracia” afirma Sidney Lopes.

A Assembleia Geral Unificada, para debater e votar as propostas da Prefeitura Municipal de Maceió sobre o Plano de Contenção de Despesas acontece na próxima quinta-feira (9), às 9h no Clube Fênix Alagoano, Centro.