Reunião com Mesa de Negociação é cancelada

Sindicatos municipais irão se reunir amanhã às 10h na CUT Alagoas

O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió (Sindspref) informa que a reunião na Secretário Municipal de Gestão (Semge) para tratar sobre a reposição salarial da categoria, marcada para às 16h da quinta-feira (7) foi cancelada. O secretário municipal da pasta, Reinaldo Braga, não poderá comparecer por motivo de doença, de acordo com o seu gabinete.

Com o cancelamento, os servidores municipais também não irão fazer a vigília em frente ao prédio da Semge. Os sindicatos municipais marcaram uma reunião para amanhã (7), às 10h na sede da Central Única dos Trabalhadores Alagoas (CUT/AL), na Rua General Hermes, Cambona.

Na última terça-feira (5), durante Assembleia Geral no Clube Fênix Alagoana, os servidores rejeitaram por unanimidade a proposta de 1,85% sem o pagamento de retroativos feita pela Prefeitura de Maceió. Eles também decidiram não declarar Greve Geral, pois uma nova reunião com a Mesa de Negociação estava marcada.

Servidores de Maceió rejeitam proposta de 1,85% para reposição

Os servidores públicos do município de Maceió rejeitaram por unanimidade proposta de 1,85% sem o pagamento de retroativos feita pela Prefeitura de Maceió para a reposição salarial. A categoria se reuniu na manhã desta terça-feira (5) no Clube Fênix Alagoana.

Desde janeiro, o Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió (Sindspref) passou para o executivo municipal, em diversas ocasiões, a proposta de 15,41% para a reposição salarial referente a perda da inflação de 2015, 2016, 2017 e 2018. Para o presidente do Sindspref, Sidney Lopes, a equipe do prefeito Rui Palmeira e o próprio prefeito se contradiz ao falar que não temos definido o que queremos e que eles estão dispostos a dialogar.

“Em diversas ocasiões informamos o percentual que queremos para a reposição salarial dos servidores e mostramos o motivo, estão aí tantas notícias que saíram na imprensa desde o começo do ano para provar. Então, não adianta fazer uma reunião para propor 0% ou quase 2%, quando sabe que nossa proposta é 15%. Os gestores a frente do executivo municipal tentam criar um discurso onde não temos definido uma proposta ou então que não estamos dispostos a negociar, quando na verdade são eles que trabalham dessa forma”, esclarece Sidney Lopes.

A categoria decidiu não declarar Greve Geral, pois está marcada para às 16h da quinta-feira (7) outra reunião para tratar da reposição salarial dos servidores públicos municipais de Maceió com a comissão de negociação da Prefeitura de Maceió na Secretaria Municipal de Gestão, na rua Pedro Monteiro, Centro. Ao mesmo tempo em que ocorre a reunião, os servidores irão se reunir em frente ao prédio da Secretaria como forma de protesto em apoio aos seus direitos salariais.

Assembleia Geral acontece terça-feira (5) às 8h30

Servidores protestam pela reposição salarial durante reunião | Foto: Alexandre Barbosa, Gazetaweb

O Sindicato dos Servidores Municipais de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (Sindspref) convocou Assembleia Geral Extraordinária para a terça-feira (5) às 8h30 no Clube Fênix Alagoana, Av. da Paz, Maceió.

A categoria irá se reunir para tratar da data-base. A Prefeitura de Maceió ofereceu proposta de 1.85% sem retroativo; durante  reunião que aconteceu na tarde desta segunda-feira (4) com o secretario municipal de Gestão, Reinaldo Braga. O presidente do Sindspref, Sidney Lopes, já manifestou que a categoria é contrária à proposta.

De forma pacífica, os servidores públicos se reuniram na porta da Secretaria de Gestão durante a reunião para protestar pelos seus direitos de reposição salarial de acordo com a inflação. Eles esperam conquistar os 15%, que tanto pleiteiam.

Reposição ou Greve: servidores participam de reunião nesta segunda-feira

Se acordo de reposição salarial não for efetivado a greve geral deverá ser deflagrada  

Servidores participam de reunião na Secretaria Municipal de Gestão

Está marcada para às 16h desta segunda-feira (4) uma reunião para tratar da reposição salarial dos servidores públicos municipais de Maceió com a comissão de negociação da Prefeitura de Maceió na Secretaria Municipal de Gestão, na rua Pedro Monteiro, Centro. Consenso entre os servidores e o executivo municipal é essencial para a não deliberação da greve geral.

Na última terça-feira (29) durante a paralisação da categoria, o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maceió (Sindspref), Sidney Lopes, acompanhado de diversos dirigentes dos sindicatos municipais, visitaram todas as secretarias municipais afim de convocar os servidores para a reunião que prevê a reposição salarial de 15,41% referente aos anos de 2015, 2016 e 2017.

De acordo com Sidney Lopes a desvalorização do servidor público é ressaltada a cada negociação que tem por fim 0% de reajuste. “Todo trabalhador deve ser valorizado pelo seu ofício, independente da profissão que atua. Desde o professor até o auxiliar de serviços gerais, todos tem um papel fundamental para a sociedade e não merecem receber um salário defasado, todo ano diminuindo mais e mais por conta dos impostos e da inflação. O prefeito Rui Palmeira deve entender que não tem como o servidor aceitar isso”, esclarece o presidente do Sindspref.

Na terça-feira (5) será realizada uma Assembleia Geral no Clube Fênix Alagoana às 8h30 para tratar sobre a data-base.

Milhares de servidores participam de manifestação no primeiro dia de paralisação

Cerca de 1500 servidores públicos de Maceió caminharam até a Secretaria Municipal de Finanças em protesto pela reposição salarial

A insatisfação com as atitudes do governo culminou com mais uma manifestação na manhã desta segunda-feira (28). Em vez de ser a nível federal, foi a vez do executivo municipal enfrentar os protestos promovidos pelo Sindicato dos Servidores Públicos de Maceió (Sindspref) na Praça Deodoro, no Centro, com centenas de servidores municipais que pedem a reposição salarial dos anos de 2015, 2016 e 2017.

Em meio ao tempo chuvoso, a multidão se reuniu com carro de som, apitos e faixas mostrando de forma pacífica e coordenada o ponto de vista de cada categoria por meio de seus dirigentes. Ao termino dos discursos, os gritos em protesto ecoaram pelas ruas de Maceió: “Rui, 0% de novo não dá”, “Reajuste Já” e “Prefeito não insista, 0% de novo não dá”. O grupo que seguia a pé a cada esquina crescia, ao ponto de atingir mais de 1500 manifestantes, que foram até a sede da Secretaria de Finanças de Maceió, na Rua Pedro Monteiro.

De acordo com o presidente do Sindspref, Sidney Lopes, o prefeito de Maceió, Rui Palmeira, não quer conversa com os servidores públicos ele atende apenas os empresários. “O que cobramos é um direito do servidor. A data-base deve acontecer anualmente e este já é o quarto ano que o prefeito não quer fazer a reposição dos salários, por isso convidamos a todos para participar desta luta, principalmente o aposentado que é o mais prejudicado com essa situação”, esclarece Lopes.

No segundo dia de paralisação os dirigentes dos sindicatos municipais irão visitar as secretarias para convocar todos o servidores para uma reunião com a Comissão de Negociação da Prefeitura, que será realizada segunda-feira (4) na Secretaria de Administração às 16h.

Apenas, 50% dos servidores públicos de Maceió trabalham nesta segunda e terça

Em virtude de acordo celebrado durante Assembleia Geral promovida pelo Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió (Sindspref) no Clube Fênix Alagoana na segunda-feira (21), 50% dos servidores públicos de Maceió irão paralisar suas atividades nesta segunda-feira (28) e terça-feira (29).
A paralisação foi a forma encontrada pelos servidores municipais para chamar atenção sobre a falta de negociação da Prefeitura de Maceió, que não quer realizar a reposição de 15,41%, referente aos anos de 2015, 2016 e 2017.
De acordo com o presidente do Sindspref, Sidney Lopes, a data-base deve acontecer anualmente e este já é o quarto ano sem que a Prefeitura de Maceió realize o reajuste. “Estamos lutando pelo direito do servidor público que estão com seus salários defasados. Caso não ocorra acordo entraremos em Greve sim”, esclarece Lopes.
O Sindspref aguarda retorno do prefeito Rui Palmeira sobre a melhoria salarial da categoria até a terça-feira (5/06), data da próxima Assembleia Geral que votará pela Greve.

Servidores de Maceió fazem paralisação por 48h

Durante Assembleia, servidores decidiram parar seus serviços nos dias 28 e 29

O Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió (Sindspref) definiu uma paralisação com duração de 48h durante a Assembleia Geral realizada no Clube Fênix Alagoana na manhã desta segunda-feira (21). A paralisação que acontece nos dias 28 e 29 deste mês, foi a maneira encontrada pelos servidores municipais para chamar atenção sobre a falta de bom senso nas negociações com a Prefeitura de Maceió, que não quer celebrar a reposição de 15,41%, que é referente aos anos de 2015, 2016 e 2017.
De acordo com o presidente do Sindspref, Sidney Lopes, a gestão do prefeito Rui Palmeira aumenta os impostos, reajusta os valores anualmente nos contratos de terceirizados, mas não quer melhorar o salário dos seus funcionários. “O que estamos pedindo é um direito de todo trabalhador, além de uma necessidade. Pois as despesas para manter uma família são bem maiores do que em 2015. Ainda estamos demonstrando boa-fé perante os gestores do município ao realizar uma paralisação em vez da Greve Geral”, explica.

 

Após todas as tomadas de decisões, o grupo seguiu a pé até a Prefeitura de Maceió, para falar diretamente com o prefeito, mas quem os recebeu foi o seu assessor, Alexandre Mata, que se comprometeu em marcar uma reunião o mais rápido possível com o chefe do executivo municipal. Segundo o vice-presidente do Sindspref, Thiago Acioly, até então não houve uma reunião com o prefeito, apenas com seus secretários. “Durante Assembleia, percebemos a necessidade de uma reunião direta com prefeito de Maceió, já que não tivemos nenhuma proposta coerente de seus representantes”, esclarece Thiago.

A Greve Geral poderá ser decretada no dia 5 de junho, quando uma nova Assembleia Geral deve acontecer, caso a reunião com o prefeito Rui Palmeira não ofereça uma proposta viável.
Última Greve
Apesar do Sindispref cumprir todos os dispositivos legais para a Greve Geral realizada em junho de 2017, o Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) decretou sua ilegalidade. O advogado do sindicato, Alfredo Barros, explica que na visão do TJ/AL o sindicato estava fazendo reivindicações válidas e que cumpriu todos os requisitos exceto um, que foi o de comunicar a sociedade sobre a data da greve.
“Apesar de constar nos autos dois pareceres do Ministério Público no sentido de entender que houve o cumprimento integral de todos os requisitos para deliberação da greve e de comprovar a publicação de matérias jornalísticas e eventos como carreatas para divulgar o movimento; o TJ/AL entendeu que a comunicação teria que ser mais ampla e que a população foi pega de surpresa”, esclarece Alfredo.
De acordo com Sidney Lopes este ano a Greve Geral terá atenção redobrada aos detalhes das imposições legais, para que o servidor não seja de nenhuma forma prejudicado. “Todos os requisitos estão sendo feitos para que o nosso direito ao reajuste salarial não seja de nenhuma maneira impedido pelos poderes executivo ou legislativo”, observa o presidente do Sindspref.

Sindspref participa de luta pelo cargo de fiscal urbano

A diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (Sindspref) participou da luta pelo recebimento do cargo de fiscal urbano durante o II Simpósio da Fiscalização de Fortaleza e o I Encontro Estadual dos Fiscais de Atividades Urbanas e Vigilância Sanitária, que aconteceu nos dias 18 e 19 de maio no Hotel Praia Centro, em Fortaleza, CE.

 

Com o tema “Resistência e valorização da Fiscalização Urbana frente ao desmonte do serviço público no Brasil”, a Associação dos Fiscais do Município de Fortaleza (AFIM) promoveu o evento que debateu as seguintes questões: “AGEFIS – Avanços e Desafios da Fiscalização de Fortaleza”, “A importância do planejamento e ordenamento urbano na construção de uma cidade harmônica – desordem gera violência?”, “Atividade de fiscalização – risco de vida?”, “O poder de polícia da fiscalização de atividades urbanas”.

 

Para a presidente da AFIM, Ana Lúcia Oliveira, o evento contribui para a busca de soluções para os principais problemas das cidades. “A falta de visão e de projeção da contribuição da fiscalização no processo de formação de cidades organizadas, mais seguras e menos violentas, prejudica a disponibilização de espaços públicos de qualidade, como também a promoção da saúde pública”, avalia.

 

Segundo o presidente do Sindspref, Sidney Lopes, explica sobre a importância da participação em eventos que valorizem o profissional. “Quanto maior for o reconhecimento dos trabalhos realizados pelos fiscais, mais eficiente serão nossas cidades. Por isso é importante o envolvimento de todos em eventos como este que aconteceu em Fortaleza”, ressalta.